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Sempre quando a gráfica precisa dar saída em qualquer material (principalmente impressão Offset), para que todas as cores fiquem alinhadas eles recorrem as marcas de impressão.

Marcas de impressão são referências de alinhamento de cores que ficam a margem do papel, lá são definidos este parâmetros:

referencia

 

No Inkscape inserimos as marcas desta maneira.

tela 01

 

tela 02E o resultado final é este.

final

No Inkscape 0.91 a opção foi para o menu Arranjo

 

tela 03

Até a próxima.

 

cabecalho

 

No último artigo falamos de imposição de páginas e de finalização editorial para impressão.  Mas atualmente uma tendência que vem crescendo vertiginosamente é a publicação eletrônica ou ePUB. Ao invés de termos quilos de livros em nossas estantes, temos vário arquivos em nossos computadores, laptops, tablets, celulares e leitores de livros digitais (o mais famoso é o Kindle). O ePUB, é um formato que adapta o livro as dimensões da tela do dispositivo, facilitando assim a leitura. Para gerar um ePUB no mundo do software livre, contamos com vários recursos, mas o que eu adotei foi o Calibre. Além de ser um gerador de ePUB, ele também é um gerenciador, nele podemos baixar, organizar e comprar livros digitais.

Captura_de_tela-1

 

Depois de editar seu livro no Scribus ou qualquer outro software de editoração, gere um pdf.

tela 01

tela 02

Até a próxima!

cabecalho

Alguns dias atrás no grupo do GNUGRAF do Facebook, o Sami Souza, levantou uma questão de imposição de páginas com software livre. Baseado nisto, fiz um artigo com o software que ele recomendou.

Bookletimposer, é um software baseado em Python que faz imposição de páginas.

Imposição de página é a técnica de inserir várias páginas em uma matriz impressa que ao dobrar alinhamos as numerações de forma a criar uma revista, livro ou qualquer publicação.

O Scribus possui algumas extensões para isto, mas a maneira mais intuitiva que encontrei foi o Bookletimposer.

tela 01

Sobre o layout, temos várias configurações:

2×1 – 2 colunas e 1 linha por página

21

 

2×2 – 2 colunas e 2 linhas por página

22

 

2×4 – 2 colunas e 4 linhas por página

24

 

4×4 – 4 colunas e 4 linhas por página

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Até a próxima pessoal!!!!

 

cabecalho

Em algum momento ou provavelmente durante toda a sua vida como designer você esbarrou na expressão “me manda o Pantone do seu trabalho”! Daí vem o dilema de quem usa software livre, temos que conviver com este vício de mercado?

Antes de mostrar como resolver isto, vamos conceituar primeiro. O que é Pantone!?

De acordo com a Wikipedia, “Pantone Inc. é uma empresa sediada em Carlstadt, estado de Nova Jérsei, Estados Unidos. É mundialmente conhecida por seu sistemas de cor, largamente utilizado na indústria gráfica.” .
Ou seja Pantone não é um padrão de cores e sim uma fabricante de tinta. A quem argumente que elas são cores especiais, bem, cores especiais é um processo muito dispendioso e precisa trabalhar com o conceito de máscaras, como no caso do verniz localizado(este hoje em dia não é tão dispendioso, mas o processo é muito similar). Toda peça passa pelo processo tradicional impressão que é o CMYK, depois de seca a tinta é aplicada as cores especiais nas áreas delimitadas pela máscara. Impressões simples, muito dificilmente precisam se basear nesta marca para definir as tonalidades.

Padrão de impressão é CMYK (Cian, Magenta, Amarelo e Key), HSL (Matiz, Saturação e Valor). Com estes valores podemos chegar a maioria dos tons encontrados nas peças que são produzidas diariamente.

Exposto o problema, como podemos entregar o tão querido “Pantone” a gráfica sem que com isto nos render-mos aos software proprietário?

Vamos usar 2 sites pra isto, o rgb.to e o cmyk2pantone.

Primeiro temos que achar o valor Hexadecimal da cor desejada, no meu caso é #851400, um vermelho bem forte. Vamos no rgb.to 

tela 01

 

Com o padrão CMYK descoberto, acesse o site cmyk2pantone

tela 02

 

A primeira numeração do Pantone não é suficiente, pois ela possui números e letras. Para achar o código real precisamos voltar ao rgb.to.

tela 03

 

E temos o nosso “Pantone”. Agora, se é uma cor especial, porque com o valor de Hexa consigo chegar no código do Pantone? Outro fator intrigante é que na própria régua Pantone temos valores RGB (Vídeo), CMYK (impressão) e Hexa (web)?

regua pantone

Bem, até a próxima pessoal!

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Nestes dias precisei fechar um imagem para a gráfica e me deparei com o seguinte desafio. Se eu enviasse uma imagem, .jpg o valor da impressão seria de R$ 30,00, se eu mandasse um pdf/x-1a o valor seria R$ 20,00. Taí uma economia de R$10,00 de cara.

Mas afinal o que é o pdf/x-1a?

Primeiro PDF significa Portable Document Format ou, em português, formato de documento portátil. A versão /x1a foi criada para arquivos pesados se convertam em mais leves fazendo com que a entrega seja mais rápida e segura.

No mundo do software livre fazer esta tarefa localmente não é trivial. Havia achado o tutorial do J.Roberto, mas para mim foi meio complicado. Sem dizer que ele aborda importação de .svg no Scribus, que sempre dá algum tipo de problema.

No meu caso toda a arte foi criada no Inkscape e depois exportada em .png a 300 dpi. A primeira parte deste desafio era converter esta imagem em CMYK (padrão de cores para impressão), para isto eu conto com a ajuda deste site o rgb2cmyk.org, cuja função é converter imagnes RGB em CMYK.

tela 01

 

Logo abaixo tem um botão START, basta clicar para iniciar a conversão.

Captura_de_tela

 

Ao final é só baixar a imagem.

tela 02

Uma vez a imagem convertida para CMYK o próximo passo é criar o arquivo pdf/x-1a.  Basta entrar neste site image2pdf.com

tela 03Na aba PDF Settings

tela 04

 

Pronto PDF criado!!!!

Até a próxima pessoal!

 

Até agora falamos de produções e softwares livres. O que acham de conhecer a fundo um projeto que envolve animação com software livre? Estou falando do projeto Morevna!

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No artigo passado falamos de animação em stop motion com software livre, neste vamos falar de animação tradicional, quadro a quadro com o Tupi!

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Uma das vantagens de usar software livre é ter várias opções para “esfolar o gato”. Existes alguns ecossistemas de software que fazem a mesma coisa, daí se escolhe o que mais se identificou.
Neste artigo vamos falar de um software de stop-motion que substitui o MUAN (Manipulador Universal de Animação), que é um projeto brasileiro criado em parceria com o Anima Mundi e o departamento VISGRAF do IMPA (Instituto de Matemática Pura Aplicada).

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Como diz a música “liberdade, liberdade, abra asas sobre nós!” eu realmente adoro o software livre e como ele pode ajudar de fato uma produção! Hoje lhes apresento o Gadanthara, um curta metragem totalmente produzido e licenciado em software livre. Como se não bastasse, os produtores irão disponibilizar todos os arquivos fontes em seu site para que as pessoas possam estudar e gerar conteúdo. Mas a festa não acaba por aqui. Ele foi selecionado para ser exibido no maior festival de animação nacional o Anima Mundi.

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Para os animadores 2D que se sentiram abandonados até agora com meus artigos, não se desesperem pois temos um brinquedo bem legal para vocês! Lhes apresento o Synfig-Studio.

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